Esteve um dia escuro, antracite, carregado de um bruá ao longe de uma tormenta que não desabou em prantos de chuva, que se conteve num ensurdecedor mudo, que se sentia prestes a descambar. Não ribombou, mas a electicidade sentia-se nos nervos.
Talvez também por ti. Talvez partilhasse a tua carga, a dividisse contigo.
Talvez ao passar do dia que se sobrevive a custo, se valorize a razão de um renascer ou de um despertar. “Os partos são difíceis, ainda bem que não nos recordamos do nosso porque não sobreviveríamos ao trauma”… mas é assim o princípio de um respirar, às vezes implica um choro abrupto, sacudido a palmada, mas é ele o momento que permite amanhãs.
Esteve um dia escuro, antracite, carregado de um bruá ao longe de uma tormenta que não desabou em prantos de chuva, que se conteve num ensurdecedor mudo, que se sentia prestes a descambar. Não ribombou, mas a electicidade sentia-se nos nervos.
Talvez também por ti. Talvez partilhasse a tua carga, a dividisse contigo.
Talvez ao passar do dia que se sobrevive a custo, se valorize a razão de um renascer ou de um despertar. “Os partos são difíceis, ainda bem que não nos recordamos do nosso porque não sobreviveríamos ao trauma”… mas é assim o princípio de um respirar, às vezes implica um choro abrupto, sacudido a palmada, mas é ele o momento que permite amanhãs.
Um beijo Francisco, até amanhã.
Obrigado Teresa. Agradeço-te imenso toda essa força que sinto necessitar.
Mas conseguiste, e isso é que interessa! Foste forte o suficiente para ultrapassar o difícil.
Consegui realmente. Mas mais uma vez sobrevivi. Pergunto-me quando chega o viver…