Poemas…

Amo-te quanto em largo, alto e profundo

Minh’alma alcança quando, transportada,

Sente, alongando os olhos deste mundo,

Os fins do Ser, a Graça entressonhada.

Amo-te em cada dia, hora e segundo:

A luz do sol, na noite sossegada.

E é tão pura a paixão de que me inundo

Quanto o pudor dos que não pedem nada.

Amo-te com o doer das velhas penas;

Com sorrisos, com lágrimas de prece,

E a fé da minha infância, ingênua e forte.

Amo-te até nas coisas mais pequenas.

Por toda a vida. E, assim Deus o quisesse,

Ainda mais te amarei depois da morte.

Elizabeth Barrett Browning Coxhoe

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2 responses to “Poemas…

  • Anónimo

    Tenho a certeza que terás (deverás ter e não o futuro do verbo ter) um Ser, unzinho que seja na tua vida que amas assim…

    ( eu não venho cá mais enquanto escreveres ou citares coisas destas é que o FOOODA-SE não me sai do pensamento)

    ah e aquela parte da conjugação do verbo ter, ficou um bocado confusa mas sempre dá aquele ar 🙂

  • John Doe

    Espero que sim que voltes… Nem que seja para dizer esse FOOODA-SE…

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