Problemática das vidas passadas…

É usual, e já vi por essa blogosfera, imaginarmos quem fomos numa vida passada. Acreditamos, pelo menos alguns, na reencarnação e imaginamos o que seremos numa vida futura. Há quem diga até que a luz que vemos na hora da nossa morte não é mais que a saída da nossa alma num nascimento num qualquer lado do mundo (talvez seja por isso que os bebés se esquecem do procedimento traumático do nascimento).

No entanto, num filme que vi recentemente, e que gostava de ver novamente, assim como a sua sequela (“Before Sunrise” e “Before Sunset“), apareceu-me uma ideia desconcertante.

Reproduzo aqui na integra:

“OK, well this was my thought: 50,000 years ago, there are not even a million people on the planet. 10,000 years ago, there’s, like, two million people on the planet. Now there’s between five and six billion people on the planet, right? Now, if we all have our own, like, individual, unique soul, right, where do they all come from? You know, are modern souls only a fraction of the original souls? ‘Cause if they are, that represents a 5,000 to 1 split of each soul in the last 50,000 years, which is, like, a blip in the Earth’s time. You know, so at best we’re like these tiny fractions of people, you know, walking… I mean, is that why we’re so scattered? You know, is that why we’re all so specialized?

Alguém a consegue refutar?

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12 responses to “Problemática das vidas passadas…

  • immortal

    há uns anos li, ou ouvi alguém dizer que a alma se divide em duas…daí a alma gémea, e essa alma gémea pode ser a nossa mãe, o pai ou qualquer outra pessoa e quando encontramos a metade da nossa alma sentimo-lo intensamente e é coisa para demorar algumas vidas…
    acredito que possam haver vidas passadas, reencarnações em tipo humano ou animal, acredito no dejá vu, em sonhos que não são apenas sonhos mas fragmentos de episódios vividos…
    acredito, mesmo que não haja explicação, o incompreensível não tem que ser inexistente

  • John Doe

    É um facto que o incompreensível não tem que ser inexistente.

    Quanto ao resto, se for verdade que a nossa alma se divide em duas, as contas continuam a não bater certas.

    Bem sei que é tentar misturar o acreditar com a ciência, mas no mundo de hoje não há como não o fazer…

  • immortal

    deve haver alguma justificação para isso …

  • John Doe

    A minha ideia é que a necessidade de respostas é sempre tão grande que quando não é explicável pela ciência, tenta-se explicar pelo simples acreditar, seja o divino ou o destino. Com o passar do tempo, muitas respostas passaram da mistificação, provadas ou contrariadas, a um facto cientifico. O que é certo é que a ciência ainda não explica tudo.

    E confesso que não sei se será bom explicar…

  • Jane Doe

    Isto lembra-me em algum momento, Um dos volumes do “Conversas com Deus, de John Walsh”.

    PAh… Não sei… A ideia de que sou um fragmento de alma? Apenas um pedaço? É possível…

    Mas não gosto de pensar assim…

  • immortal

    completamente…é a mania de querer explicar tudo

  • Iris Barroso

    A verdade é que eu acho que não surgimos todos de almas antigas e não acredito que as almas novas sejam partes da divisão de almas antigas.

    Creio que na realidade, todos os dias surgem novas almas e também todos os dias almas antigas se renovam para encontrar a perfeição.

    Para concluir, também creio que quando a alma se realiza, se aperfeiçoa, deixa de voltar a este plano.

    Eu adoro esses dois filmes. A forma fluída como os diálogos surgem naqueles dois personagens, a direcção rápida que mudam de assuntos, tal como no provérbio: as conversas são como as cerejas. Simplesmente, acho divino. Na TV Cabo, nos canais AXN, MOV e Hollywood estão sempre a repetir, para meu deleite, é claro!

  • John Doe

    Mas é algo que nos deixa a pensar…

  • John Doe

    Sempre. É assim que se conhece mais algo. Ou não?

  • John Doe

    Dúvidas e mais dúvidas e mais ainda.

    Quanto aos filmes, ainda só tive a sorte de apanhar o primeiro uma vez…

  • lidulcineia

    O segundo também é muito bom. Nele vê-se perfeitamente como os dois evoluíram, se enriqueceram com a sabedoria da vida. É isso que acho maravilhoso no “envelhecer”, a abertura aos mistérios dessa mesma vida, a compreensão dilatada do mundo, dos outros e de nós próprios.

    Quanto a almas gémeas, eu acredito que elas existem. Eu descobri a minha, há não muito tempo…

  • Francisco

    Já tive a oportunidade de ver um pouco do segundo e sim, parece-me igualmente muito bom. Espero em breve conseguir vê-lo por completo.

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