Correspondências…

E o desejo flamejante que me assoma, na lembrança acarinhada dos momentos vividos. Volta o apetecer de então aumentado exponencialmente pelo mais desenhado. Traços de cores quentes que se pincelam nas telas já de si coloridas. Suspiro que sai sem travão no delicado trincar da carne seda dos lábios. E se os olhos se fecharem, de novo o laivo doce do perfume e da pele que já se conheceu. As mão no ar penduradas que desenham a figura, sentem sem tocar, brincam sem ter. Suspiro sentido do desprevenido desejo que se levanta.

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