Sussurros

Na pele que se toca, furores mil de quem deseja. Beijos e carícias trocadas como brisas que refrescam a mente de forma ténue e deslumbrante. Toma-se o gosto no suave passajar das falanges pelos destapados rumo ao coberto. Respira-se a paixão que tudo cobre e o mais pequeno gesto descobre-se grandioso. Eleva-se a alma na lembrança do passado, desenhado no presente, desejado no futuro.

Sou eu…

Sou eu aqui…

Sou eu assim contigo…

Ah doce desbravura da selva do meu coração. Tontices mil que me assaltam a alma, me fazem de novo catraio correndo na fazenda agreste de sol raiado nas faces como se não houvesse amanhã. Petiz tonto que não se importa com o charco que atravessa como se fosse planalto empoeirado. Correrias intempestivas, correrias a teus braços.

Mulher, ternura minha, candura do meu olhar.

Sinto-te mesmo quando não estás.

Porque estás sempre.

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4 responses to “Sussurros

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