Vem, dança comigo. Solta-te nos meus braços e roda comigo neste salão improvisado de folhas e ar, de vento e sonhos. Vem, dança comigo. Deixa o som entranhar-se no nosso corpo e alma, deixas a balada fazer-nos voar pelos tempos infinitos.

Sabes, gosto de ti. Sabes, és importante. Sabes, és única. Sabes, és tu e fazes parte de mim.

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2 responses to “

  • Teresa

    Entendo Francisco.
    Fazer parte de alguém é raro e sublime, não é coexistir, é ser-se assimilado em nanopartículas no DNA.
    Muito bonito no simples e grande que é o teu texto.

  • Francisco

    Sabes Teresa, quando tornamos alguém, quando deixamoa alguém tornar-se parte de DNA de que falas torna-se algo tão superior a nós próprios, torna-se em algo especial e ilumenescente.

    Tenho essa felicidade e prazer, de ter querido e deixado alguém interiorizar-se assim em mim. De me ter aberto por completo até que já não fosse apenas eu mas sim uma mescla de mim com alguém que me é tão especial e querida. Torna-me melhor pessoa, torna-me mais humano e muito menos mundano. Consegue-se entrar no frágil etéreo e permanecer embalado no sons divinais de uma voz que me é cristalina.

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