1 March, 2010 19:46

Recordo-te no doce sabor dos sentidos despertos, no aglutinar de sonhos e realidades, no eterno marcar a ferro e fogo. Doce sabor de felicidade, de mundos desconhecidos e cores novas. Caminhos leves que se percorrem num passar de tempo que não se nota.

É pena o arrependimento não matar…

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