Sinto-te a cada instante como se a todo o instante te pegasse na mão e senti-se aquele roçar de dedos que se entrelaçam, as palmas se juntam e os sorrisos nascem. Sinto-te sempre, mesmo na distância sem palavras, sem os aromas que inebriam, sem os sons da tua boca que fazem esquecer que existe um mundo para além de ti.

Sinto as saudades de respirar o ar que sai da tua boca, de beber as tuas palavras, de me prostrar a olhar-te e perder-me em ti. Percorrer-te com os olhos em cada nuace bela do teu rosto, grava-lo para os momentos em que não o posso ter na minha presença. Saudades da tua pele quente, que faz “ruguinhas” quando lhe toco, de espalmar os dedos nas tuas costas sentindo-as arquear em suspenso do respirar.

Trago-te ao meu peito tantas e tantas vezes.

Colo-me a ti quando te deitas, encosto-me de peito às tuas costas, enlaço-te num abraço, faço-te feto no teu dormir. Não te sei cantar canções de embalar, mas embalo-te nos sussurros do meu adorar, nos respiros do meu viver. Repito-te à exaustão “Dorme meu anjo, estou aqui…”

Rezo-te todos os dias, pela tua felicidade, pela tua plenitude. Gosto-te meu doce. Gosto-te tanto.

E tenho tanto a agradecer-te, por tudo o que és, por tudo o que capacitas de ser, pelo simples facto de existires.

És tanto meu bem…

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