Mulher,

Tesouro escondido no fim do arco-iris,

Brisa fresca de uma manhã clara.

És tu o reflexo

De um sol de fim de dia,

Marejar suave

De espuma de água em areia,

Estrela cintilante

Em breu de crepúsculo vesperal.

Sai-me o teu nome

Em suspiro de apeteceres,

Sibilado

Por entre lábios secos

E sequiosos do teu dizer.

Fecho os olhos

E estendo-te a mão no ar,

Sei-te em aragem que me afaga as faces,

Em deleite

Doce que extasia.

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