Um dia, não diferente de todos os outros, rasga-se o peito na vontade de surgir um mundo novo, reconfigurado num upgrade sincero e necessário. A vontade fica mais forte do que o caminho fácil que se percorre quase sem se pensar no passo seguinte, tão certo que é. Um dia, talvez, as unhas se cravem na pele e libertem o pouco notado que existe dentro de cada um de nós, aquele que muito poucos se dão ao trabalho de ir em busca.
Esse dia, se e quando chegue, será celebrado em sorrisos sem vergonha, danças exultaras e dessincronizadas, ao som de uma qualquer música que venha de dentro e afogue todo um passado, para que se varra em definitivo de uma memória que não se quer mais.
Um dia, talvez…
23 de Agosto, 2011 at 21:51
Celebro já hoje esse dia. Contigo. E por ti.
Abraço assim tão Bom…
23 de Agosto, 2011 at 22:03
Ainda não é hoje. Sei lá eu quando será…